Poetas são como árvores, existem sempre, muitos, de todos os tipos; grandes poetas são como florestas, abrigos seguros contra a poluição, raros, e – dizem – em perigo de extinção.
Flávio Moreira da Costa in "Os Subúrbios da Criação", Livraria e Editora Polis Ltda. – São Paulo/SP – 1979, p.55
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