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terça-feira, 12 de setembro de 2017

sábado, 9 de setembro de 2017

Poesia é vida!


Registrado na parede do Centro Cultural Mario Quintana por um usuário apaixonado...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Antropofagia cultural brasileira






Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Cidade Baixa. Rua João Alfredo. Uma das regiões do agito etílico-músico-cultural da cidade.


Cidade que é a capital dos gaúchos, dos farropilhas, dos churrascos, do chimarrão a qualquer hora, da pilcha, das bombachas.

Amálgama das culturas açoriana, indígena, africana, italiana, alemã, etc. 

Como propunha Oswald de Andrade no Manifesto Antropofágico, o Brasil seria um país canibal, simbolizado pelo índio, que absorve o estrangeiro, o elemento estranho a si, e torna-o carne da sua carne, canibaliza-o. O colonizado digere o colonizador. Ou seja, não é a cultura ocidental, portuguesa, europeia, branca, que ocupa o Brasil, mas é o índio que digere tudo o que lhe chega. E ao digerir e absorver as qualidades dos estrangeiros fica melhor, mais forte e torna-se brasileiro.

E depois veio o oriental. Que chegou com seus sushis e sashimis, já devidamente incorporados à gastronomia nacional. Carne de vaca, de tão comum, degustados até em terminal de ônibus (leia aqui).

Agora a moda é o temaki, cone de alga preenchido com o arroz do sushi e recheado com salmão, california (kani, manga, pepino), atum, peixe branco, ovas e só vegetais, etc.

A antropofagia cultural em ação!

E se a maioria dos sushiman são nordestinos, por que não aliar o temaki à outra paixão nacional, o samba?

O cone vira atabaque, só juntar a cerveja e temos a "Batukeria", samba e temake no mesmo ritmo,  Batucando os hashis no compasso do samba! E para quem quiser dar uma relaxada, temos o "louge", o sushi e o sashimi.

Mas não esqueça dos trajes típicos, especialmente o sapato bicolor! Oswald de Andrade iria adorar o ambiente!

José FRID

(Obs: será que na Bahia já tem mãe de santo japonesa? Mas São Paulo tem acarajé delivery - leia aqui!)