Eu conhecia uma velha que vinha sentar
no banco quebrado do parque todos os dias.
Como um velho fio emaranhado
ocupando o menor espaço que pode
ela senta no banco contida em si mesma
alimentando todo o cosmos dentro dela.
Seu sorriso nunca cobre todo o rosto,
assim como sua tristeza nunca toca seus olhos.
Ela pode ser tocada?
As rachaduras profundas de seu rosto podem
ser espiadas?
Ela não precisa de ninguém.
Então por que uma folha cai e encontra seu colo?
Por que o lagarto é uma testemunha de seu ser?
Vejo o poema de uma lagartixa sentada em uma folha seca
que ela alimentou dentro de si como uma velha figueira-de-bengala.
Por MANAV KAUL , Traduzido do hindi por Karan Kapoor
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