Como os grandes pensadores, conheceu uma profunda relação de desencanto, e alcançou alguma vez, na solidão da inteligência, o isolamento da desesperança. Mas é certo que o reteve entre os homens a âncora de um sorriso permanente. (1924)
Pablo Neruda in "Prólogos", Bertrand Brasil, tradução de Thiago de Mello, 2002
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