Como cidadão, sou homem tranquilo, inimigo de leis, governos e instituições estabelecidas. Tenho repulsa pelo burguês e gosto da vida da gente intranquila e insatisfeita, sejam artistas ou criminosos. (1926)
Pablo Neruda in "Prólogos", Bertrand Brasil, tradução de Thiago de Mello, 2002
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