Luis Fernando Veríssimo no Estadão de hoje, 2 de fevereiro de 2012:
"...Tatuagem. Já que falei na neta: ela gosta de me tatuar. Fica rabiscando meu braço com uma caneta e descrevendo o que está desenhando. "Uma bailarina... Um copo... Um foguete..." Todos os rabiscos são iguais. Só ela vê a bailarina, o copo, o foguete. e eu também, claro."
FRID:
Se fosse o pai, tentaria ensinar a criança a desenhar. Se fosse a mãe, a não sujar tudo com a caneta!
Agora, os tios são igualzinhos aos avós!
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