Gosto de matar jovens, uns vinte anos. No auge do potencial. Ele ou ela, tanto faz. Olho bem nos olhos da criatura e fico imaginando a vida que ela teria. Uma bala só no meio daqueles olhos arregalados e lá se vai a vida e seus sonhos, muitos sonhos como costumam ter os jovens. Uma só bala e acabo com toda a família: a pessoa, seus filhos, seus netos, bisnetos, trinetos. Morre todo mundo, não nasce ninguém. Acaba tudo. Adeus. Corto o mal pela raiz, com se faz com ervas daninhas. Em toda família, sempre tem ao menos uma ovelha negra. E tudo por apenas uma balinha metálica bem aplicada na cabeça do jovem cidadão...
José FRID
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