Como é magnífico envelhecer quando se construiu na vida como um verdadeiro artesão; então não há lembranças que não se tornaram coisas, não há nada que passou: tudo está aí, real, de uma realidade estonteante, aí está e é e foi reconhecido e acolhido por tudo de grande, aparentado com o mais remoto passado e fecundo de futuro.
Rainer Maria Rilke in Cartas do poeta sobre a vida, seleção de Ulrich Baer, Martins, 2007, pág. 78/79
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