A jovem Sadi acreditou em cada palavra que sua mãe pronunciou, palavras carregadas com a alquimia dos feitiços. Sadi tinha medo de andar com apenas um sapato, para não ser engolida por uma panela de barro. Ela tinha medo de empurrar qualquer coisa com o pé para que sua preguiça não aparecesse como esterilidade na vida adulta. Muitas vezes ela foi coagida a dançar em público, temendo que as colheitas de sua mãe falhassem. Agora ela via que essas superstições eram os próprios talismãs de sua mãe, com os quais ela esperava manter a desordem do mundo sob controle.

Nenhum comentário:
Postar um comentário