Nada parece mais emblemático da cidade do Rio de Janeiro de hoje que essa insólita mistura: as sonoridades de choros, sambas, rojões, polcas e baiões cortadas por uma metralha ferindo a noite. A flauta de Pizindim e a arma assassina parecem amalgamadas, coladas na alma da Guanabara. Flor e faca afiada, aldeia de afagos e pancadas, terra do Periquito Maracanã e do Maracanã, adeus: o Rio.
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