sexta-feira, 25 de abril de 2008

Dos leitores do Blog: Procura-se um monstro

Acho que nunca saberemos. Se alguém entender o motivo disso tudo. Por que uma madrasta começa e o pai termina? Não, isso não pode existir nesse mundo que ainda tem lágrimas e sentimentos!!!!!
Não dá...
E.


Primeiramente: um amigo meu falava mui sabiamente (sempre citado): Não importa o que você faça com e para seus filhos, você vai errar!!

Agora sobre o caso: seus argumentos pra ajudar o filho a ocultar o crime são melhores do que os para entregar o filho à polícia. Embora os dois primeiros para entregá-lo sejam bem criativos.

Jurei que não comentaria o caso, pois até a secretária aqui de casa, que não sabe nem quem é nosso governador e não fazia a menor idéia do que seja uso racional da água, tem opinião formada a respeito. Mas já fui obrigada a quebrar o jejum no trabalho, e para meu espanto, tanto defendi quanto ataquei o pai.

Na realidade, defendi quando ouvi dois colegas dizendo que o pai é um criminoso, que o exemplo teria que ter sido dado por ele (exemplo pra quem? pra sociedade? A sociedade nem merece bons exemplos. Ela não os segue mesmo), que se ele tivesse educado bem o filho, isso não teria acontecido, blablabla.....

E ataquei quando um outro, em outro dia, concordou com a atitude do pai. Mas confesso que no dia em que o defendi estava mais eloqüente.

O que eu não estou entendendo mesmo é por que o caso ficou tão famoso assim. Pais que matam filhos há pelo menos 1 por dia no Brasil (só no Brasil). Gente caindo pela janela? Um caso desses aqui na minha região na mesma semana.

Talvez o mistério? Quantos crimes sem solução aqui no nosso Brasil varonil?

Como é meu hábito em casos polêmicos assim, acho que as opiniões só teriam validade se colocadas à prova.

Lembra de Proposta Indecente? Todo mundo (pelo menos as mulheres, no começo) dizendo que ela não tinha caráter, que não fariam a mesma coisa.

Põe um milhão na frente da pessoa pra ver se a opinião se confirma.

Bom dia!

B.

Meus comentários:

Acho que a questão é realmente aberta, só passando pelos fatos para saber como se reagiria.

Fiz as questões como provocação, para mudar o foco sobre a culpabilidade ou não do pai e da madrasta. O que interessa, para mim, é o que está por trás dos fatos, os sentimentos envolvidos.

Exatamente o que atraia o interesse popular.: entender como alguém joga uma criança pela janela!

José FRID

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